Depois dos túneis escuros, da sujeira do submundo, dos pavores e da decadência das obessões, finalmente ganho equilíbrio. não digo sanidade mental, pois nem que quisesse seria normal. Por toda a estrada esburacada, vezes certa, vezes errada. pela coragem, pela força, pela constante busca de evolução, de reinvenção, do recomeço. SEM ARREPENDIMENTO. Mesmo que às vezes com os olhos no retrovisor, inicio um ponto de partida que me levará ao futuro. se satisfação for realmente impossível, almejo paz de espírito. paz, mas um pouco de alvoroço também para as horas que a inspiração se retirar da mesa.ainda intensa demais, mas me desfiz um pouco da fixação. ainda impulsiva, mas agora obrigada a pensar antes de dizer. Detalhista ao extremo, preocupada com coisas que dizem que só eu enxergo no espelho uma mistura contraditória que não vai mudar.
Na poesia dos opostos, sou balança. às vezes peso pra baixo, às vezes peso pra cima. não tenho mais a pretensão de mudar o mundo. mas agora sonho com grandeza.cansada da cidade e pronta para me aventurar. um carro, uma estrada, uma câmera, um lugar desconhecido. tenho dado ouvidos ao que presta, exatamente por não prestar. honesta porém, e verdadeira - sempre eu, em qualquer situação, em qualquer ambiente, em qualquer lugar do mundo.
Um comentário:
"Na poesia dos opostos, sou balança. às vezes peso pra baixo, às vezes peso pra cima."
gostei disso mulher ;]
ce é foda
:***
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