
quinta-feira, 30 de agosto de 2007

terça-feira, 28 de agosto de 2007
hmm,,,

Na foto? o leão do Parque do Ingá.
O lugar fede demais, o animal é tão magro, tão velho, dá um aperto danado no coração de imaginar como ele deve se sentir, com gente olhando ele todo dia e crianças gritando (se bem que ninguém mais visita o parque, antes o que era diversão dos domingos, hoje é ponto pra mano e turista).
Eu lembro que quando era mais nova e ia lá, tinha que andar horrores pra poder ver o leão, e a leoa, passava rapidinho pela área das aves, e répteis... E ouvia de longe o rugido dele
Aaai era uma alegria só. Mais hoje se eu acabar indo lá, só sobrou o tal do Kimba o leão do Parque do Ingá, e as jaulas vazias de todos os outros animais que morreram ou tiraram de lá. E ainda dizem que aquilo é um zoológico.
OPA! Digno de um zoológico, onde só existe um animal 'selvagem' e umas aves irritantes, não digo que cuidam mal dele, só acho que não é o tratamento que um animal desse porte deveria ter. Mais se levasse ele para algum zoológico grande duvido que ele fosse se adaptar (imagina se o soltassem em habitat natural).
Não existe ligação alguma eu escrever isso, e nem sei o motivo pelo qual o fiz, só achei interessante.
Mas, ele ainda continua sendo a alegria da garotada que vai ao parque, mesmo em uma minúscula jaula, e dormindo o dia todo.
domingo, 26 de agosto de 2007
o céu está nublado...
È assustador como um simples sentimento pode instigar uma corrente tão grande de conversas e decisões interiores. sinto-me presa em uma teia de aranha, sinto-me mudando a cada segundo que morre: metamorfose ambulante. é dos tempos idos que fujo. existo há dezesete anos somente e no entanto já sinto o peso da eternidade. tantas fotos que tirei, mas elas não dizem tudo. nem as que permanecem na parede, nem as que larguei em cima de lápides geladas. são tantos os rostos que passaram, que se desgastaram, que se destruíram, que não dizem - absolutamente nada. a decepção me apavora menos hoje.
Quando paro para pensar em gente em geral, acabo sufocada, com vontade de berrar. a melhor pessoa que já conheci foi meu hamster que faleceu este ano. não é que sou esquisita e paranóica, é que sei que todos os seres humanos são capazes de qualquer, qualquer coisa. ás vezes tudo parece um grande esgoto. o mundo fede, e para piorar, sei que sou tão terrívelmente culpada quanto todos que não param de cagar.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Quando eu me perco é quando eu te encontroQuando eu me solto seus olhos me vêem
Quando eu me iludo é quando eu te esqueço
Quando eu te tenho eu me sinto tão bem
Você me fez sentir de novo o que eu
Já não me importava mais
Você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Quando eu te invado de silêncio
Você conforta a minha dor com atenção
E quando eu durmo no seu colo
Você me faz sentir de novo
O que eu já não sentia mais
Você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Não tenha medo
Não tenha medo desse amor
Não faz sentido
Não faz sentido não mudar
Esse amor
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
sem palavras para definir tdo
sábado, 18 de agosto de 2007
Manda Una Señal
Voy andando como fiera tras tus pies, amorte
veo y te deseo pero tu tienes tu dueño y no te
puedes zafar
los dias se pasan sin ti las noches se alargan sin ti, sin tu amor, sin tus besos
hay, si tuvieras libertad, a tu lado yo estaria amor
hey, dame dame una señal, cuando seas libre mi amor
hay, no lo puedo soportarno me quiero derrumbar
andame un mensaje una señal
manda una señal de amor
manda una señal amor
te veo acorralada de unos brazos que no te dejan mover
te deseo y me deseas pero estas muy aprisionada corazony
no vivire sin tu amory no parare hasta tener tu amor y tus besos
hey, estoy viviendo sin vivirestoy muriendo sin poder morirhey, dime dime tell me too, cuando seas libre mi amor
hay, no lo puedo soportar
no me quiero derrumbar
mandame un mensaje una señal
mandame tu luz amor
manda una señal amor
vivir, sin ti vivir, estarse muriendo sin morir
estar, sin ti estar, estarse muriendo sin morir
amor, donde estaras, manda un mensaje una señal
y yo, no parare, no vivire sin ti amor... NO!
Maná.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
(não sei o nome)

quase
quase pra te convencer
quase pra te complicar
quase pra te confundir
mesmo pra te enlouquecer
mesmo pra te despertar...)
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
como diria Baudelaire

Surpreendo-me constantemente com o tédio que mora nas esquinas do meu corpo. próprio de almas inquietas e assombradas, caminha comigo como um fardo perverso. tenho pouco interesse pelo que é normal, real, mundano - canso com impressionante facilidade. Se pudesse viveria embriagada, pois só assim consigo manter uma conversa cara a cara. para o resto das horas maçadas, uso a internet. sem necessidade alguma de ter telefone, reconheço-me como produto direto do imediatismo da minha geração defeituosa e caduca. Com laços muito fracos, caminho aliada com a transitoriedade: sei que tudo muda, decai, termina. a moral das aparências foi corrompida, hoje tudo é permitido. o ser humano dotado de intuição, raciocínio e compreensão,caminha cego,com os sentimentos contaminados
e como diria Baudelaire ''é hora de embriagar-se! para não serem os escravos martirizados do tempo, embriaguem-se; embriaguem-se sem descanso! com vinho, poesia ou virtude, a escolher."
sábado, 11 de agosto de 2007
todo mundo
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada um de nós
Compõem a sua historia
Cada ser de si, carrega do dom
De ser capaz, de ser feliz...’’
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Não dá mais

Tentar te esquecer sofrendo assim
Estou aqui pra disser que eu jamais
Quis te ver assim...
Tudo o que senti...
Mais espero que daqui pra frente tudo se renove pra nós dois
Mesmo não sendo eu quem você mereceu
Muita coisa ainda está por vir, muita coisa ainda vai mudar.
Esse é meu preço pra deixar você ir...
Mais acho q não foi o suficiente
Paro pra pensar, pois não tenho mais nada que possa fazer você ficar.
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
E aqui só

e quem mais poderia estar?
com mil e um pensamentos em mente,e restringidos somente a mim.
aqueles que cabe só a você guarda-los, que sua boca não pode acompanhar
ás vezes eu prefiro escrever com caneta do que simplismente digitar a palavras.
com o andar das coisas sendo escritas sua mão começa a duer e você logo desisti, já o teclado
Ahh o teclado!,maldita tecnologia (maldita?!)
Minhas palavras não são doces,nem meus pensamentos puritanos
mas mesmo assim existe sinceridade em cada palavra dita,sinceridade é diferente de consciência.
e vejo que aqui só me resta eu mesma,entre essas paredes que brilham com a luz do sol refletindo sobre elas,e a porta que dança com o andar do vento.
exclusivamente a mim
faz bem ao meu ego,essa solidão praticamente premeditada,porém,faz mal ao coração preferir a solidão.
domingo, 5 de agosto de 2007
E daí ela vem de uma hora para outra
De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um chiste. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer... Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas, mulheres e morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito. Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz. Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça. Por isso viva tudo que há para viver. Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da vida...
(Pedro Bial)
sábado, 4 de agosto de 2007
Logo agora.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Sanidade e vontade

Mesmo que depois de tudo o que aconteceu, eu não tenha ódio, e admito, me acho idiota por não senti-lo.Mais eu sempre estarei aqui, a olhá-lo com diferença do que olho para os outros, e se ele estiver mal não negarei esforços para tentar ajuda-lo.
E se ele precisar apenas conversar,eu sentarei no chão e sujarei minha roupa apenas pelo prazer de ouvir sua voz e seu olhar todo voltado para mim.na esperança de que nesses olhares ele consiga enxergar algo além,e ao mesmo tempo desvio o olhar para não me entregar e passar-me por boba.
Inegavelmente, faço plano, crio ilusões e até ensaio o que vou falar para que quando o encontrar nada saia errado, é típico de uma pisciana.Mais ainda existe o velho ditado “entre a razão e o coração” Não digo razão em si, pois seria cínico de minha parte alegar razão as coisas do coração. Então reformulo “entre a sanidade e a vontade” pode ser? Enfim, é assim.
Não me vejo pronta para perdoar, mas sei que estou pronta para esquecer. O problema é esquecer o que. Esquece-lo ou esquecer o que ele me fez? Fica aqui a dúvida.
Eu sei que ele ainda mexe comigo,e ele sabe que eu ainda mexo com ele,e se disser que não está blefando! E se não estiver, foi falso em palavras e sentimentos.
Não se esquece nada,apenas se deixa para trás,algumas vezes no intuito de voltar atrás e outras na sabedoria de uma vida reformulada.
