quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Sanidade e vontade


E eu estarei aqui sempre que ele precisar.
Mesmo que depois de tudo o que aconteceu, eu não tenha ódio, e admito, me acho idiota por não senti-lo.Mais eu sempre estarei aqui, a olhá-lo com diferença do que olho para os outros, e se ele estiver mal não negarei esforços para tentar ajuda-lo.
E se ele precisar apenas conversar,eu sentarei no chão e sujarei minha roupa apenas pelo prazer de ouvir sua voz e seu olhar todo voltado para mim.na esperança de que nesses olhares ele consiga enxergar algo além,e ao mesmo tempo desvio o olhar para não me entregar e passar-me por boba.
Inegavelmente, faço plano, crio ilusões e até ensaio o que vou falar para que quando o encontrar nada saia errado, é típico de uma pisciana.Mais ainda existe o velho ditado “entre a razão e o coração” Não digo razão em si, pois seria cínico de minha parte alegar razão as coisas do coração. Então reformulo “entre a sanidade e a vontade” pode ser? Enfim, é assim.
Não me vejo pronta para perdoar, mas sei que estou pronta para esquecer. O problema é esquecer o que. Esquece-lo ou esquecer o que ele me fez? Fica aqui a dúvida.
Eu sei que ele ainda mexe comigo,e ele sabe que eu ainda mexo com ele,e se disser que não está blefando! E se não estiver, foi falso em palavras e sentimentos.
Não se esquece nada,apenas se deixa para trás,algumas vezes no intuito de voltar atrás e outras na sabedoria de uma vida reformulada.
(entre todos os textos que eu ja escrevi,acho que esse além de ser o mais sincero foi o que mais me agradou)

Um comentário:

Mar e Ana disse...

ouuowwww
owo
ooooh man!!!
nossa
nossa
nossa
de perder o folego total!!!
essa é a minha Méga ^^

:*******